PARA PROTEGER O SEU FILHO DE 0 A 10 ANOS DE IDADE
Calendário de vacinação
Fonte:
O BabyCenter oferece para você um calendário
completo de vacinação, com base no Programa Nacional de Imunizações, do governo
brasileiro, e nas recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria.
Ao nascer
Públicas: BCG / Hepatite B
BCG: Dose única, contra as formas mais graves de tuberculose. Dada
gratuitamente em postos de saúde e maternidades públicas. Recomenda-se que seja
aplicada no primeiro mês de vida.
Modo de aplicação: Picada no braço direito (aplicação
intradérmica). A ferida que se forma é normal e esperada. Vai formar uma
cicatriz. Qualquer lesão mais significativa deve ser avaliada pelo pediatra.
Hepatite B: Primeira dose do total de três. Dada de preferência nas
primeiras 12 horas de vida, na maternidade, ou então logo depois da alta. É
gratuita em maternidades públicas e postos de saúde. Quando a mãe é portadora do vírus da hepatite B, a vacina é dada logo depois
do nascimento.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa
(intramuscular).
1 mês
Pública: Hepatite B
Hepatite B: Segunda dose do total de três. Dada 30 dias depois da
primeira dose. É gratuita em postos de saúde. Na rede particular, alguns
médicos preferem dar esta dose aos 2 meses, numa combinação com outras vacinas
na mesma picada.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa
(intramuscular).
2 meses
Públicas: DTP + Hib / Pólio oral / Rotavírus / Pneumocócica conjugada
10-valente
Opção particular: DPaT + Hib + Pólio inativada ou / DPaT + Hib + Pólio
inativada + Hepatite B / Rotavírus pentavalente / Pneumocócica conjugada
13-valente
DTP + Hib: Primeira dose. Contra difteria, tétano,
coqueluche e infecções provocadas pela bactéria Haemophilus
influenzae tipo b. É gratuita em postos de saúde.
Os especialistas da Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam, no entanto,
quando possível, a versão tríplice acelular (DPaT), por ter menos risco de
efeitos colaterais. Ela está combinada com outras vacinas, reduzindo o número
de picadas. Essa formulação não é encontrada de rotina nos postos de saúde.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa
(intramuscular).
Pólio: Primeira dose. Previne a poliomielite, ou paralisia infantil. A
vacina dada gratuitamente nos postos de saúde é a oral (VOP, ou Sabin), a da
gotinha. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, pelo menos nas duas
primeiras doses, a versão pólio inativada (VIP ou IPV, conhecida como Salk),
que é aplicada na rede particular em combinação com a DPaT com Hib e às vezes
com a da Hepatite B (pentavalente ou hexavalente), todas na mesma agulhada.
Modo de aplicação: A vacina oral (Sabin) é em forma de
gotinha. Já a Salk é dada com picada no músculo da lateral da coxa, dentro da
formulação 5-valente ou 6-valente.
Rotavírus: Primeira dose. Evita infecções pelo rotavírus, que causa vômito e diarreia. A vacina
monovalente é dada de graça nos postos de saúde. Na rede particular, também
existe uma versão que protege contra mais tipos de vírus, mas o esquema
completo será de três doses, em vez de duas.
Modo de aplicação: gotinhas.
Pneumocócica conjugada: Primeira dose. Evita alguns tipos de
pneumonia e outras doenças causadas pela bactéria pneumococo. Passou a fazer
parte do Programa Nacional de Imunizações em 2010, portanto é gratuita. A da
rede pública é contra 10 tipos da bactéria. Na rede particular existe uma
versão que evita 13 tipos de bactéria (13-valente). O pediatra pode preferir
dar esta vacina aos 3, 5 e 7 meses.
Modo de aplicação: picada no músculo lateral da coxa
(intramuscular).
3 meses
Pública: Meningococo C conjugada
Meningococo C conjugada: Primeira dose. Protege contra a
meningite e outras doenças disseminadas pela bactéria chamada meningococo C.
Recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Desde 2010 é aplicada
gratuitamente nos postos de saúde dentro do Programa Nacional de Imunizações.
Também disponível na rede particular.
Modo de aplicação: Picada no músculo da lateral da coxa
(intramuscular).
4 meses
Públicas: DTP + Hib / Pólio oral / Rotavírus / Pneumocócica conjugada
10-valente
Opção particular: DPaT + Hib + Pólio inativada / Rotavírus pentavalente /
Pneumocócica conjugada 13-valente Segunda dose das vacinas aplicadas aos 2
meses. Se o bebê teve reação ou ficou incomodado com a primeira dose, não
necessariamente o problema se repetirá, mas é possível que aconteça. Siga as orientações
do pediatra.
DTP + Hib: Segunda dose. Contra difteria, tétano,
coqueluche e infecções provocadas pela bactéria Haemophilus
influenzae tipo b. É gratuita em postos de saúde.
Os especialistas da Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam, quando possível,
a versão da tríplice acelular (DPaT), por ter menos risco de efeitos
colaterais. Essa formulação não é encontrada de rotina nos postos de saúde. Não
é obrigatório tomar o mesmo tipo da primeira dose, embora seja recomendável.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa
(intramuscular).
Pólio: Segunda dose. Previne a poliomielite (paralisia infantil). A
vacina dada gratuitamente nos postos de saúde é a oral (VOP, ou Sabin), a da
gotinha. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, pelo menos nas duas
primeiras doses, a versão da pólio inativada (VIP ou IPV, conhecida como Salk),
que é aplicada na rede particular em combinação com a DPat+Hib (pentavalente).
O ideal é tomar do mesmo tipo da primeira dose, mas não há problema se for do outro
tipo.
Modo de aplicação: A Sabin é oral, em forma de gotinhas.
Já a Salk é aplicada junto com a pentavalente, numa picada só, no músculo da
lateral da coxa (intramuscular).
Rotavírus: Segunda dose. Evita infecções pelo rotavírus que causa vômito e diarreia. É dada de
graça nos postos de saúde (esquema total de duas doses, aos 2 e 4 meses). Na
rede particular, existe uma versão que protege contra mais tipos de vírus, mas
o esquema completo será de três doses (aos 2, 4 e 6 meses). É preciso repetir a
mesma versão de vacina entre a primeira e a segunda dose.
Modo de aplicação gotinha.
Pneumocócica Segunda dose. Previne alguns tipos de
pneumonia e infecções causadas pela bactéria pneumococo. Passou a fazer parte
do Programa Nacional de Imunizações em 2010. Como existe mais de um tipo, é
preciso dar o mesmo tipo da primeira dose (atenção se tiver dado a primeira
dose na rede privada e quiser passar para a particular, ou vice-versa).
Modo de aplicação picada no músculo lateral da coxa
(intramuscular).
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5 meses
Pública: Meningococo C conjugada
Meningococo C conjugada: Segunda dose. Protege contra a meningite
e outras doenças. Recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Desde
2010 é aplicada gratuitamente nos postos de saúde dentro do Programa Nacional
de Imunizações. Também disponível na rede particular.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa.
6 meses
Públicas: DTP + Hib / Pólio oral / Hepatite B / Pneumocócica conjugada
10-valente/ Gripe
Opção particular: DPaT + Hib + Pólio + Hepatite B / Rotavírus pentavalente /
Pneumocócica conjugada 13-valente / Gripe Terceira dose das vacinas aplicadas
aos 2 e 4 meses, mais a terceira dose da hepatite B. Se, com alguma dose
anterior, o bebê teve reação ou ficou incomodado, não necessariamente isso
acontecerá de novo, mas pode ocorrer. Siga as orientações do pediatra.
DTP + Hib: Terceira dose. Contra difteria, tétano,
coqueluche e infecções provocadas pela bactéria Haemophilus
influenzae tipo b. É gratuita em postos de saúde.
Os especialistas da Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam, no entanto,
quando possível, a versão tríplice acelular (DPaT), por ter menos risco de
efeitos colaterais e pela reunião de várias vacinas numa só picada
(hexavalente). Essa formulação não é encontrada de rotina nos postos de saúde.
Não é obrigatório usar o mesmo tipo de formulação das doses anteriores.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa
(intramuscular).
Pólio: Terceira dose. Previne a poliomielite (paralisia infantil). A
vacina dada gratuitamente nos postos de saúde é a oral (VOP, ou Sabin), a da
gotinha. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, pelo menos nas duas
primeiras doses, a versão da pólio inativada (VIP ou IPV, conhecida como Salk),
que é aplicada na rede particular em combinação com a DPaT com Hib
(pentavalente) ou DPaT com Hib e hepatite B (hexavalente), todas na mesma
agulhada. O recomendável é tomar do mesmo tipo da primeira dose, mas não há
problema se for do outro tipo.
Modo de aplicação: A Sabin é em forma de gotinhas. Já a
Salk é aplicada junto com a pentavalente ou hexavalente, no músculo da lateral
da coxa (intramuscular).
Hepatite B: Terceira e última dose. É gratuita em postos de saúde. Na
rede particular, é dada também na mesma picada que outras vacinas da mesma
data, como a DTaP, Hib e Salk (hexavalente).
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa.
Rotavírus: Terceira dose, prevista apenas no
esquema de vacinação da rede particular (pentavalente, com esquema completo de
três doses, aos 2, 4 e 6 meses). É obrigatória se criança tomou as duas
primeiras doses da pentavalente.
Modo de aplicação: gotinhas.
Pneumocócica: Terceira dose. Previne alguns tipos de
pneumonia e outras infecções causadas pela bactéria pneumococo. Passou a fazer
parte do Programa Nacional de Imunizações em 2010. Como existe mais de um tipo,
é preciso dar o mesmo tipo da primeira e da segunda doses (atenção se tiver
dado as doses anteriores na rede privada e quiser passar para a particular, ou
vice-versa).
Modo de aplicação: picada no músculo lateral da coxa
(intramuscular).
Gripe: A Sociedade Brasileira de Pediatria
recomenda a aplicação da vacina contra a gripe (influenza) todos os anos para
crianças de 6 meses a 5 anos. A cada ano o Ministério da Saúde oferece a vacina
gratuitamente para determinada faixa etária (atualmente de 6 meses a 2 anos). A
vacina da gripe deve ser aplicada de preferência durante o outono. Na primeira
vez que a criança toma a vacina da gripe, são necessárias duas doses, com
intervalo de um mês. É preciso reaplicar a vacina todo ano, porque todo ano o
vírus muda.

9 meses
Pública: Febre amarela
Febre amarela: Dose única da vacina
contra o vírus da febre amarela para crianças residentes em áreas consideradas
de risco, ou que se dirijam a elas. Estados em que se recomenda a vacinação:
Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Distrito Federal, Goiás,
Tocantins, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Maranhão, partes dos Estados de São
Paulo, Bahia, Paraná, Piauí, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Informe-se com
o pediatra ou na unidade básica de saúde. Dada gratuitamente nos postos de
saúde. Também disponível na rede particular.
Modo de aplicação: Picada subcutânea (com agulha curtinha)
normalmente no braço, mas pode ser no bumbum ou na lateral da coxa.
1 ano
Públicas: Meningocócica / Tríplice viral
Opção/complemento particular: Hepatite A / Catapora ou Tetra viral (rubéola +
sarampo + caxumba + catapora)
Meningococo C conjugada: Dose de reforço.
Protege contra a meningite e outras doenças disseminadas pela bactéria
meningococo C. Recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria, desde 2010 é
aplicada gratuitamente nos postos de saúde dentro do Programa Nacional de
Imunizações. Também disponível na rede particular.
Modo de aplicação: Picada no músculo da lateral da coxa
(intramuscular).
Tríplice viral (SRC, ou MMR): Primeira dose.
Protege contra rubéola, sarampo e caxumba. Faz parte do calendário do
Ministério da Saúde, portanto é aplicada gratuitamente nas unidades básicas de
saúde. Também disponível na rede particular.
Modo de aplicação: Picada subcutânea (agulha curtinha)
preferencialmente no braço.
Hepatite A: Primeira dose de duas. Não faz parte do
calendário do governo, portanto está disponível apenas em clínicas
particulares. É recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. O esquema
sugerido é com 1 ano, mas o início pode ser adiado por alguns meses para
dividir o número de aplicações. A segunda dose é dada seis meses depois da
primeira.
Modo de aplicação: Picada no músculo da lateral da coxa
(intramuscular).
Catapora (Varicela): Pode ser dada só nesta dose ou com um
reforço, em caso de contato com a doença ou então entre os 4 e 6 anos. Não faz
parte do Programa Nacional de Imunizações, portanto não é fornecida
gratuitamente pelo SUS. É recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria.
Uma observação: deve ser dada no mesmo dia que a tríplice viral, ou então com
28 dias de intervalo, porque uma pode interferir na resposta da outra. Existe
uma opção que combina a tríplice viral e a vacina contra varicela na mesma
picada (tetra viral), só na rede particular.
Modo de aplicação: Picada subcutânea (com agulha curtinha)
normalmente no braço.
Obs: Como são várias imunizações com 1 ano,
o pediatra pode preferir fazer duas das vacinas com 1 ano e duas um mês depois,
quando a criança tem 13 meses (1 ano e 1 mês).

1 ano e 3 meses
Públicas: DTP / Pólio (gotinha) / Pneumocócica conjugada 10-valente
Opção particular: DPaT + Hib + Pólio / Pneumocócica conjugada 13-valente
DTP (tríplice bacteriana): Dose de reforço.
Contra difteria, tétano, coqueluche. É gratuita em postos de saúde. Os
especialistas recomendam a versão tríplice acelular (DPaT), por ter menos risco
de efeitos colaterais. Essa formulação não é encontrada de rotina nos postos de
saúde. Não há obrigatoriedade de usar a mesma formulação das doses anteriores,
elas são intercambiáveis.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa
(intramuscular).
Pólio: Dose de reforço. Previne a poliomielite (paralisia infantil). A
vacina dada gratuitamente nos postos de saúde é a oral (VOP, ou Sabin), a da
gotinha. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, pelo menos nas duas
primeiras doses, a versão da pólio inativada (VIP ou IPV, conhecida como Salk),
que é aplicada na rede particular em combinação combinação com a DPaT com Hib,
todas na mesma agulhada.
Modo de aplicação: A Sabin é oral, em forma de gotinhas.
Já a Salk é dada junto com outras vacinas na formulação pentavalente, aplicada
na parte lateral da coxa (intramuscular).
Hib: Dose de reforço contra infecções
provocadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b. A dose de reforço é recomendada pela Sociedade Brasileira de
Pediatria no caso de aos 2, 4 e 6 meses a criança ter tomado a vacina combinada
com a DPaT. Nesse caso o reforço vai dentro da vacina pentavalente (pólio
inativada + DPaT + Hib + hepatite), aplicada normalmente em clínicas
particulares. Esse reforço não faz parte do Programa Nacional de Imunizações.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa ou do
bumbum (intramuscular).
Pneumocócica conjugada: Dose de reforço. Passou a fazer parte
do Programa Nacional de Imunizações em 2010. Pode ser aplicada a qualquer
momento entre 1 ano e 1 ano e 11 meses. Não há problema se houver diferença
entre o tipo de vacina das primeiras doses e do reforço (10-valente ou
13-valente).
Modo de aplicação: picada no músculo lateral da perna, ou
às vezes no bumbum.
1 ano e 6 meses
Particular: Hepatite A
Hepatite A: Segunda dose. Não faz parte do
calendário do governo, portanto tem de ser dada em clínicas particulares. É
recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. A segunda dose é aplicada
seis meses depois da primeira, e alguns pediatras preferem fazer o esquema um
pouco mais tarde.
Modo de aplicação: picada no músculo da lateral da coxa
(intramuscular).
4 a 6 anos
Públicas: DTP / Pólio oral / Tríplice viral
Opção particular: DPaT + Pólio inativada / Tetra viral (rubéola + sarampo +
caxumba + varicela) ou Tríplice viral + Varicela
DTP (tríplice bacteriana): Segunda dose de
reforço. Contra difteria, tétano, coqueluche. É gratuita em postos de saúde. Os
especialistas da Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam a versão da
tríplice acelular (DPaT), por ter menos risco de efeitos colaterais, e para
diminuir o número de picadas. Essa formulação não é encontrada na rotina dos
postos de saúde. Não é obrigatório tomar o mesmo tipo das doses anteriores.
Modo de aplicação: Picada intramuscular, que pode ser no
braço, glúteo (bumbum) ou parte lateral da coxa.
Pólio: Dose de reforço. Previne a poliomielite (paralisia infantil). A
vacina dada gratuitamente nos postos de saúde é a oral (VOP, ou Sabin), a da
gotinha. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda a versão da pólio
inativada (VIP ou IPV, conhecida como Salk), que é aplicada na rede particular
em combinação com a DPaT (tetravalente).
Modo de aplicação: A vacina Sabin oral, em forma de
gotinhas. Já a Salk precisa de picada no músculo da lateral da coxa.
Tríplice viral (SRC, ou MMR): Reforço. Protege contra
rubéola, sarampo e caxumba. Faz parte do calendário do Ministério da Saúde,
portanto é aplicada gratuitamente nas unidades básicas de saúde. Também
disponível na rede particular, onde há uma versão combinando a vacina contra
varicela (catapora) na mesma picada.
Modo de aplicação: Picada subcutânea (agulha curtinha)
preferencialmente no braço.
Catapora (Varicela): Dose de reforço. Esta dose é
recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. O reforço pode ser dado
também até cinco dias depois do contato com alguém doente de catapora, evitando
a infecção. Não faz parte do Programa Nacional de Imunizações, portanto não é
fornecida gratuitamente pelo SUS. Uma observação: deve ser dada no mesmo dia
que a tríplice viral, ou então com 28 dias de intervalo, porque uma pode
interferir na resposta da outra. Existe uma versão que já reúne na mesma picada
a tríplice viral e a vacina contra varicela (tetra viral).
Modo de aplicação: Picada subcutânea (com agulha curtinha)
preferencialmente no braço.
10 anos
Febre amarela
Febre amarela: Dose de reforço da
vacina contra o vírus da febre amarela para crianças residentes em áreas
consideradas de risco (zonas rurais da região Norte, Centro-Oeste, Estado do
Maranhão, partes de Piauí, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa
Catarina e Rio Grande do Sul) ou de transição. Dada gratuitamente nos postos de
saúde.
Modo de aplicação: Picada subcutânea (com agulha curtinha)
no braço, bumbum ou perna.